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Dispneia

 

 

            A dispneia, mais conhecida popularmente como falta de ar, é um distúrbio que causa a sensação de desconforto ao respirar. É considerada uma patologia comum em meio a população, porém ainda pouco compreendida.

            Muitas pessoas sofrem com falta de ar e podem achar que se trata de uma situação normal, porém é sempre recomendável que ao surgir qualquer sintoma que interfira nas suas atividades normais, você procure um médico para fazer a avaliação e analisar o caso, sugerindo o melhor tratamento para o paciente.

            Os sintomas clínicos podem variar bastante de pessoa para pessoa, porém a queixa mais comum é a respiração acelerada e a dificuldade em respirar, muitas vezes existem queixas do movimento da respiração, onde os pacientes acusam uma dificuldade na expansão do toráx no momento da inspiração. Nosso cérebro é o órgão que detecta a falta de ar, alertando o restante do corpo e levando então ao aparecimento dos sintomas da dispneia.

 Quando devo procurar um médico?

            Pacientes que sentem desconforto e falta de ar ao realizar ações simples, e queixas como falta de ar durante o repouso, redução do nível de consciência, agitação ou confusão, devem procurar um médico com rapidez. Caso os sintomas sejam mais brandos, o paciente poderá marcar uma consulta e esperar alguns dias para a realização dos exames clínicos.

Quais são as causas da Dispneia?

            A dispneia pode ser muito comum em uma série de outras doenças, principalmente às relacionadas aos problemas cardíacos e doenças pulmonares. Algumas das causas mais comuns são:

  • Falta de condicionamento físico;
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
  • Asma;
  • Pneumonia;
  • Ataque Cardíaco;
  • Isquemia do miocárdio;

            Se o paciente já sofre com alguma dessas doenças está mais propÍcio a também ter crises de dispneia, pois cada uma dessas doenças acaba prejudicando consideravelmente também o sistema respiratório.

 Como é realizado o exame clínico para diagnosticar a dispneia?

            No consultório o médico fará uma série de perguntas ao paciente para uma análise do caso, a fim de, descobrir os motivos e as causas do paciente estar sofrendo com essa dificuldade em respirar. O primeiro passo é entender o estado atual da doença, ou seja:

  • Há quanto tempo o paciente sente falta de ar e dificuldade na respiração?
  • Como começou o surgimento dos sintomas?
  • Quais foram os fatores que desencadearam o aparecimento dos sintomas? (Ex: esforço físico, exposição a agente alérgenos, frio, etc)

A partir daí o médico deverá encontrar as causas para o surgimento da dispneia, como por exemplo: se o paciente já possui alguma das doenças citadas, que são conhecidas por causar a dispneia (asma, DPOC, Pneumonia, etc).

            Outro aspecto importante na análise clínica é o histórico do paciente, para isso o médico procura entender se o paciente possui algum dos fatores de risco, tais como:

  • Hipertensão;
  • Colesterol alto;
  • Histórico familiar de dispneia;
  • Histórico de tabagismo;
  • Câncer recente;
  • Cirurgias recentes;
  • Gestação;
  • Uso de contraceptivo oral;
  • Trombose venosa;
  • Entre outros;

            A exposição diária a fatores de risco também é considerada um agravante e provocador da dispneia, por isso, é importante que o paciente evite a exposição a agentes como: fumaça, gases, amianto, entre outros.

            Essa análise é de suma importância, é a partir daí que o médico conseguirá ter um caminho a seguir, e assim solicitar os exames mais recomendados para o diagnóstico final de acordo com cada paciente.

Quais exames são solicitados?

            Após o médico realizar a análise clínica em consultório, é hora de pedir exames mais profundos para identificar a doença e outras possíveis causas relacionadas ao surgimento da dispneia. Para isso o médico pode solicitar alguns exames como:

  1. Medição dos níveis de oxigênio no sangue: Nesse exame o médico procura identificar a gravidade do problema, a finalidade é saber como estão os níveis de oxigênio no sangue. O exame consiste em um sensor que é colocado no dedo do paciente, também conhecido como oximetria de pulso.
  2. Radiografia torácica: esse exame é solicitado para analisar o pulmão, e assim verificar se o paciente possui alguma doença que desencadeia a dispneia, como por exemplo: pneumonia, pulmão colapsado, e também outras anormalidades cardíacas.
  3. Eletrocardiograma: exame realizado mais comumente em pacientes adultos, a fim de analisar se há algum fluxo inadequado de sangue para o coração.

             Esses são os exames principais para identificar as causas da dispneia, porém, a partir do resultado deles, o médico poderá também solicitar outros exames, como:

  • Teste de função pulmonar: realizado para identificar o grau de comprometimento funcional da respiração.

 Qual é o tratamento para a Dispneia?

             O tratamento da Dispneia se baseia em tratar à causa, ou seja, dependendo da necessidade de cada paciente o tratamento sugerido pode ser diferente. Os protocolos mais comuns são:

  • Pacientes com baixo nível de oxigênio no sangue: recomenda-se a suplementação por meio de cânulas nasais ou de máscaras plásticos faciais.
  • Casos mais graves em que o paciente não consegue respirar de forma eficaz e profunda: é sugerido o uso de um ventilador mecânico, que pode auxiliar a respiração através de um tubo transtraqueal ou máscara facial.
  • Para pacientes que sentem apenas um desconforto na hora da respiração de causa emocional, é aconselhado uso de ansiolíticos.
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